O
mundo terminou em silêncio — e foi ali que ele aprendeu o significado de
permanecer.
Entre cabos, poeira e algoritmos, se reconstruiu com o que restava do planeta,
com exceção a própria alma.
Então
ela surgiu.
E o fim, pela primeira vez, pareceu um lugar pequeno demais pra conter os dois.
Essa
não é uma história sobre sobrevivência, mas sobre o que ainda pulsa quando a vida já não existe, com o amor como último ato de humanidade, e o toque como afronta contra o esquecimento.
Inspirada
no filme Finch, esta é uma releitura poética e visceral sobre o que significa
sentir depois que o mundo deixa de sentir por você.